Para você, leitor, acessar as notícias publicadas pelo nosso grupo relacionadas ao tema "Redes Sociais: o que são e como monetizar?" há inúmeras opções. Três delas serão citadas aqui neste post, em um gruia prático de como acessá-las:
Ao acessar o blog, você terá disponível nas laterias alguns aplicativos, widgets, menus e informações. Note que na lateral esquerda, logo no início, há uma menu chamado Tags e abaixo RedesSociais. Ao clicar em Redes Sociais, serão filtradas e exibidas todas as notícias, incluindo capturas, descrições e sínteses. Veja, na figura abaixo, onde encontrar esta tag:
2. Em um leitor de feeds.
Primeiramente, o que é feed?
"Feed é um formato de dados usado em formas de comunicação com conteúdo atualizado frequentemente, como sites de notícias ou blogs." ( Wikipedia )
Basta entrar em http://feeds.feedburner.com/aplicacaoverde e escolher o leitor de feed que deseja utilizar. Veja na imagem abaixo, o local onde será selecionado o leitor.
Indicação: O Google Reader é muito simples de ser usado e possui diversas funcionalidades, como enviar o conteúdo por e-mail, disponibilizá-los em redes sociais e em agregadores de conteúdo.
3. No site Scoop.it:
Acesse o nosso tópico |Redes Sociais| clicando aqui.
Neste post será inserida a curadoria sobre as publicações. Mas e você, leitor, sabe o que é uma curadoria?
"Curadoriade conteúdoé o processo detriagem através devastas quantidades de conteúdo na webe apresentá-lasde uma forma significativae organizadaem torno de umtema específico. Curadoria de conteúdo é organizar, filtrar e fazer a informação da web fazer algum sentido". Beth
"Curadoriasurgequando a buscapara de funcionar... [e]quando as pessoas percebem que nãoé apenas sobre abusca de informação, mas tambémsobre a sincronização de uma comunidade".ClayShirky
A utilização das redes
sociais para realização de atividades relacionadas ao marketing, à publicidade
e à oferta de produtos ou serviços online
vem crescendo a cada dia no Brasil e no mundo.
A Campalyst, empresa de
monitoramento de marketing em mídias sociais, fez uma pesquisa para saber o comportamento
das 250 maiores varejistas online (como a Amazon.com, por exemplo) nas
principais redes e constatou que 97% (242) dessas empresas estão Facebook, 96%
(239) estão no Twitter, 90% (224) estão no YouTube, 67% (167) estão no Google+
e 61% (152) estão no Pinterest. Esses dados expressivos indicam a importância
da divulgação das marcas nas redes sociais.
No Brasil, o
crescimento da penetração do Facebook, que apresentou um aumento de 16,5
milhões de usuários nos últimos 6 meses, já ultrapassando a marca dos 47
milhões de usuários no país, é um dos responsáveis pelo sucesso dos perfis das
marcas Halls, Trident, L'Oréal e Chiclets. Essas fan pages foram as que cresceram mais rápido no Facebook, de acordo
com um estudo do Socialbakers, que abrange marcas do mundo inteiro. Outra
estratégia de marketing importante dessas empresas que garantiu o êxito das
propagandas foi focar no público jovem (idade entre 18 e 24 anos), que
representa uma parcela significativa dos usuários da rede social, compreendendo
cerca de 32% dos usuários.
Outro exemplo de
empreendimento de sucesso que utiliza as mídias sociais é a imobiliária Lopes,
que criou um aplicativo denominado “Espaço do Corretor” no Facebook com o
objetivo de facilitar o acesso dos clientes às informações sobre imóveis e
permitindo que cada corretor da empresa possa divulgar o seu portifólio de
empreendimentos em uma página individualizada. Dessa forma, a empresa pretende
estreitar o relacionamento dos clientes com os colaboradores e atingir o número
significativo de 12 mil lojas online.
Seguindo a mesma
tendência, a Domino’s Pizza agora aposta na plataforma online para conquistar
mais público, visando ganhar em interatividade de marca através de sorteios,
promoções, concursos, curiosidades e outros conteúdos com frequência semanal.
A eMarketer fez uma
estimativa de que a receita das redes sociais provenientes de publicidade deve crescer cerca de 50% em
2012, atingindo a marca de US$ 7,72 bilhões em investimentos das empresas na divulgação de
suas marcas. O crescimento deste ano, entretanto, será menor do que o de 2011 e
a tendência é que diminua nos anos de 2013 e 2014.
Apesar das redes
sociais serem apontadas como grande alternativa de propaganda online, essa redução de arrecadação já
pode ser notada, tendo em vista os cortes anunciados por grandes empresas, como
a General Motors que irá “realocar” toda a verba aplicada em espaços
publicitários do Facebook - cerca de US$ 10 milhões. Entretanto, a GM
continuará apostando “agressivamente” no conteúdo e em sua fanpage, mostrando
que se manterá “comprometida” com o Facebook ao manter o site como fundamental
para sua estratégia de divulgação.
Esse novo posicionamento
da GM causou um baque além do financeiro no empreendimento de Mark Zuckerberg.
A montadora foi pioneira entre os anunciantes de grande porte a retirar seu
investimento em mídia da rede social, o que começa a levantar suspeitas sobre a
efetividade dos links patrocinados do Facebook.
Os Perfis de Halls,
Trident, L'Oréal e Chiclets no Brasil são os que cresceram mais rápido no
Facebook, de acordo com um estudo do Socialbakers, que abrange marcas do mundo
inteiro. Dentre os motivos que justificam a popularidade das fan pages
brasileiras podemos citar a penetração da rede social no Brasil, que apresentou
um crescimento de 16,5 milhões de usuários nos últimos 6 meses, já ultrapassando
a marca dos 47 milhões de usuários no país. Além disso, há predominância de
usuários jovens e ativos sendo que cerca de 32% têm entre 18 e 24 anos. Outra
razão do sucesso é a estratégia de marketing dessas empresas, que são focadas
no público jovem.
A imobiliária Lopes
criou o aplicativo “Espaço do Corretor” no Facebook com o objetivo de facilitar
o acesso dos clientes às informações sobre imóveis. O aplicativo permite que cada
corretor da empresa possa divulgar o seu portifólio de empreendimentos em uma
página individualizada na rede social, contendo informações importantes sobre
os imóveis a serem negociados. Por outro lado, o consumidor pode acessar as
páginas de diversos profissionais e entrar em contato com aquele que mais se
identificar. Dessa forma, a Lopes pretende estreitar o relacionamento dos
clientes com os colaboradores e atingir o número significativo de 12 mil lojas
online.
A eMarketer fez uma
estimativa de que a receita das redes sociais provenientes de publicidade deve crescer cerca de 50% em
2012, atingindo a marca de US$ 7,72 bilhões em investimentos das empresas na divulgação de
suas marcas. O crescimento deste ano foi menor do que o de 2011 e a tendência é
que diminua nos anos de 2013 e 2014. Cerca de metade do total investido nas
redes sociais será proveniente dos Estados Unidos e o Facebook é a rede que
arrecada a maior parte da receita proveniente da comercialização de espaços
publicitários, recebendo aproximadamente US$ 7 de cada US$ 10 investidos pelos
americanos no ano de 2012, segundo estimativas da eMarketer.
As redes sociais deixaram de ser apenas o "ponto de encontro" de amigos ou um local para se fazer novas amizades. Claro que essas funções continuam presentes mas essas mídias passaram a serem usadas para diversas outras coisas como organização de protestos e manifestações, mídia para a realização de marketing por pequenas, médias e principalmente grandes empresas, lojas virtuais e até mesmo meio de contratação.
Redes sociais como Facebook e Twitter estão sendo usadas para denunciar abusos, discutir política e organizar protestos. Através da criação de páginas, eventos ou o uso de de uma determinada hashtag pessoas podem se reunir com outras formando um grupo com um interesse comum. E podemos observar que isso tem tido resultados. Recentemente através desses protestos virtuais um grupo de pessoas de Ribeirão Preto conseguiu pressionar os vereadores da cidade a não instituírem um aumento de 40% no próprio salário. Outro grande exemplo disso foi o caso ocorrido no Egito em 2011, onde as redes sociais foram decisivas nos protestos ocorridos no país.
As redes sociais também se mostram muito importantes no mundo dos negócios. O Linkedin, por exemplo, é uma rede de relacionamentos voltada para negócios. Através dela e de outras redes empresas buscam pelo perfil de seus candidatos.
O Facebook se mostrou uma forma de investimento extremamente rentável ao abrir suas ações na bolsa de Nova York. A empresa estreou com faturamento record, o que colocou a rede social em grande destaque. O vídeo abaixo ilustra o primeiro dia do Facebook no mercado de ações:
As redes de relacionamento sobretudo tem se mostrado muito importantes para empresas. A promoção da imagem de empresas nas redes sociais pode ser responsável pela popularização de um negócio ou até mesmo passar uma imagem ruim para os consumidores.
Através disso percebe-se que tanto empresas quando usuários comuns devem ter certo cuidado no trato com redes sociais. Elas tem um poder decisivo sobre a imagem que as outras pessoas terão sobre você ou seu empreendimento.
Notícia sobre um grupo de pessoas de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, que por meio de redes sociais se mobilizaram para pressionar os vereadores da cidade contra um reajuste salarial considerado abusivo. O Facebook foi utilizado para marcar encontros, organizar protestos e discutir assuntos relevantes para a população da cidade.
O Ponto Frio abriu vagas de analista de marketing júnior para contratar internautas com "experiência" no uso de redes sociais, dentre outras qualificações. A empresa inovou ao realizar a primeira etapa do processo seletivo através do Facebook.
A matéria alerta as redes sociais podem ser prejudiciais para a imagem de certos tipos de empresa. Isso se deve ao fato de que as possíveis reclamações de clientes podem render uma divulgação negativa da empresa.
Notícia sobre a entrada do Facebook na bolsa de valores de Nova York. Já em seu primeiro dia o Facebook bateu recordes e atingiu o maior valor já arrecadado por um empresa de internet nos Estados Unidos.
Uma pesquisa realizada para a revista Business Week mostrou que empreendimentos que investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e maiores receitas finais.
Redes Sociais: das relações pessoais às
comerciais
Com o "boom" das redes sociais,
ninguém quer ficar de fora delas, sejam pessoas "físicas" ou
"jurídicas". Conhecer novas pessoas, fazer novas amizades,
reencontrar quem não se via há tempos ou, ainda, captar clientes e fãs, divulgar
marcas, serviços ou produtos, realizar marketing pessoal e contratar
funcionários, são algumas das inúmeras aplicações de uma rede social. Cada uma
delas possui um foco específico: no caso do LinkedIn, voltado para o ramo
corporativo, indivíduos divulgam seus perfis em busca de uma boa oportunidade
de emprego/estágio e empresas buscam talentos/ perfis que se destaquem e tenham
boas indicações. Para tanto, é conveniente manter um perfil sempre atualizado e
verídico, saber como se posicionar e agir, o que falar e divulgar nas redes
sociais. Ao contratar um funcionário, diversas organizações solicitam o perfil
do candidato nas redes sociais a fim de verificar como ele age nestes
ambientes. Ou seja, todo cuidado é pouco ao postar fotos pessoais, participar
de comunidades e grupos preconceituosos e radicais e ao ser marcado pelos
“amigos” em fotos que podem ser constrangedoras.
O monitoramento da marca é um dos fatores
que mais atrai as empresas para o mundo das redes sociais. Saber o que os
usuários andam publicando sobre a marca é de extrema importância para mitigar
os impactos do marketing negativo. Em casos de visualização de reclamações, é
conveniente que haja tratamento e solução destas por parte da empresa, o mais
rápido possível, a fim de evitar que aquela queixa do consumidor/usuário se
espalhe redes sociais a fora, deixando claro e visível que o problema foi
solucionado. Fato é que, reclamar nas redes sociais causa um impacto muito
maior e é mais eficaz do que utilizar outros meios e métodos. Outro fato é que
divulgar marcas, produtos ou serviços nas redes sociais gera um custo mínimo,
irrisório se comparado ao marketing em mídia televisiva, por exemplo. A
aplicabilidade das redes sociais para o ambiente corporativo vai além do
monitoramento da marca. O uso delas foi – e talvez ainda seja – bastante
questionado, por se tratar de algo que possa interferir no rendimento dos
funcionários. É plausível dizer que, se usadas de maneira adequada e
conveniente, as redes sociais corporativas podem sim ser aliadas na
produtividade e na redução de custos. Aliar os sites corporativos tradicionais
às redes sociais pode vir a ser bastante conveniente, por exemplo, para uma
empresa de e-commerce, divulgando ainda mais os seus produtos e atraindo novos
compradores.
Redes sociais já não são somente ambientes
para conectar amigos ou pessoas que moram longe. As aplicações vão muito além
disto e, em muito casos, há dinheiro envolvido, em casos de utilização delas
para processos de monetização. Indivíduos usam-nas para criar lojas virtuais,
divulgar campanhas de crowdfunding e atrair investidores, realizar campanhas
políticas, aproximar candidato eleitoral dos eleitores ou, simplesmente, para
obter informações, sejam elas alheias ou de interesse público, atualizando-se
com notícias, publicadas em tempo real, sobre o que acontece em todo o mundo,
tudo disponibilizado em um único ambiente. Desde a criação até hoje, as redes
sociais evoluíram imensamente, sempre se apresentando útil e, dependendo da
situação, rentável para quem as utilizam.