A
Geração Z surgiu como consequência à idealização e nascimento da Web (em 1990) e ao
"boom" da criação de aparelhos tecnológicos (entre o fim de 1993 a
2010). A grande nuance dessa geração é zapear, tendo várias opções como: canais
de televisão, internet, vídeo game, telefone, tablets, dentre tantos outros.
Garotas
e garotos da Geração Z, em sua maioria, nunca conceberam o planeta sem
computador, chats, telefone celular. Por isso, são menos deslumbrados que os da
Geração Y com chips e joysticks. Sua maneira de pensar foi influenciada desde o
berço pelo mundo complexo e veloz que a tecnologia engendrou. Diferentemente de
seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a televisão, o
rádio, o telefone, música e internet. Outra característica essencial dessa
geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras
geográficas. Para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da
vida a um custo elevado. Aprenderam a conviver com ela já na infância. Como
informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos,
concentrados em adaptar-se aos novos tempos.
A
charge atribuída a João Montanaro: “Olha mãe! Um twitter” (nascido em 1996, que
posta seus trabalhos na revista MAD e na Folha de São Paulo) reflete, com humor
e crítica, as características da sua própria geração. Os nativos digitais são imersos
em um mundo tecnológico e virtual, regados por muita informação, pois tudo que
acontece é noticiado em tempo real. Muitas vezes, eles têm dificuldade de
filtrar as informações como importantes ou desnecessárias e o seu conteúdo acaba
se tornando obsoleto. Essa quantidade enorme de informações distrae a mente
desses jovens, tornando-os, na maioria das vezes, alheios à vida real e muito dependentes
da vida virtual, expressada, principalmente, através das redes sociais.
Referências:

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